o monstro[urbano]

•13 Julho, 2008 • Nenhum Comentário

devorando pelas ruas das cidades grandes. comedores de concreto. cimento. asfalto…almas e ideais.

05.12.07

do ombudsman[da folha]

•13 Julho, 2008 • Nenhum Comentário

Legendas inesquecíveis
A revista Morar, que circulou na sexta-feira em parte do território nacional, saiu com a seguinte legenda, na pág. 29: “Mirante na Av. Oscar Niemeyer, de onde se avista a praia do leblon”.

A abreviação “av.” fora do padrão e o nome do bairro com minúscula (“leblon”) não são nada. O problema mesmo é que a av. Niemeyer não tem esse nome por causa do arquiteto Oscar, e sim do comendador Conrado Jacob Niemeyer.
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será que rolou demissão?

03.12.07

embaçada conquista[da foto]

•13 Julho, 2008 • Nenhum Comentário

tentando e conseguindo às vezes sorver o sistema, pude usá-lo para adquirir uma câmera. há tempos queria uma para registrar o cotidiano. registros e lembranças, e coisas criativas, e tudo o que eu possa buscar com imagem e pequenos vídeos. consegui realizar o pequeno sonho. queria registrar isso. esse é um registro da noite, em são paulo. dia sábado. semi-madrugada. pensei que poderia ter ficado boa. mas nem tanto para receber um “olha só, gostei dessa aqui”. e foi de um cara embaçado na arte da fotografia.
foto[de lima]

03.12.07

frase que surpreende [ou quase]

•13 Julho, 2008 • Nenhum Comentário

“nem nos meus melhores sonhos eu conseguiria imaginar que seria assim: com pênalti sendo cobrado três vezes. eu imaginava, confesso, um gol de mão, impedido, aos 49min do segundo tempo, no melhor estilo giba. mas isso que aconteceu nem se compara”
autor ‘olea europea’, um [quase] desconhecido
02.12.07

a vez do samurai

•13 Julho, 2008 • Nenhum Comentário

a rede globo coloca no ar hoje à noite mais um especial som brasil. o ‘homenageado’ da vez será o alagoano djavan. gênio, mas que demonstrou uma grande dose de preguiça ao lançar o album ‘na pista, etc’. péssimo album. no mês de setembro ele lançou ‘matizes’, mas não posso dizer se é bom ou ruim. eu não ouço rádio, mas dois meses se passaram e não percebi nenhuma de suas músicas tocando a doidado, como costumava acontecer. djavan é um querido da mídia.

e por ser um querido da mídia, me parece que a rede globo resolveu finalmente elaborar um programa decente para ele. ao contrário dos programas som brasil com noel rosa, raul seixas… o especial do djavan parece ter primado pela singularidade, pela maneira mais simples de interpretar um artista. chamou ao tri-palco global a boa menina luiza possi, o intérprete pernambucano geraldo maia e a moderna e estilosa kátia b. acredito que dessa vez dará mais certo.

mas como é impossível a perfeição, a grande vênus platinada não arreda o pé do horário esdrúxulo: 1h40 da manhã. um absurdo para quem se importa com a música brasileira. pelo que deu para sacar no blog do programa, as interpretações estão mais sóbrias e menos caricatas. bem longe das apresentadas por bandas moderninhas e descoladas, como a móveis coloniais de acaju e vanguart, menina-dos-olhos das gravadoras, que se preocuparam mais em fazer gracinha no palco e agradar o público. a música foi o de menos.

a chatisse é que ‘caras-e-bocas’ continuam para as câmeras, mas isso parece ser coisa da direção. luiza possi se derrama para a câmera, kátia b mantém o tom blasè e geraldo maia canta focado na interpretação… e o djavan? o alagoano demonstra segurança e não se rende tão fácil à rede globo. pelo menos por enquanto.

caricatura[eduardo baptistão]

30.11.07

pequena morte [la petite mort]

•13 Julho, 2008 • Nenhum Comentário

delícia! a pequena morte

por[PaNoRaMiX1]

30.11.08

de bike[ué]

•13 Julho, 2008 • Nenhum Comentário

23.11.07

sábado agora [24.nov] na faixa

•13 Julho, 2008 • Nenhum Comentário

21.11.07

outro anjo [pro futuro]

•13 Julho, 2008 • Nenhum Comentário

16.11.07

mirandopolescas [versão '07]

•13 Julho, 2008 • Nenhum Comentário
esse prédio vermelho/marrom fica em frente ao zé arapongas, o principal [e durante muito tempo o único] local de encontro dos mirandopolenses que estão a fim de tomar uma cerveja, comer um porção, ser atendido por algum garçom gente fina que vai perguntar sobre sua vida, lembrar das histórias antigas…

no idos da década de 80 esse prédio vermelho/marrom era o ‘bar do bicão’. a molecada ficava o dia inteiro ali, jogando fliperama, tomando sorvete, muitas vezes roubado no vacilo do pai do bicão, entrando e saindo do clube atlético mirandópolis, tomando pinga com sorvete ki-legal de limão. tudo isso para dizer que nesse muro vermelho, embaixo da janelinha tinha uma pichação. lembrei da exata frase:

“se puta fosse bala. e biscate fosse fuzil. mirandópolis defenderia o brasil”  

bons tempos de ingenuidade aqueles.
 13.11.07